Na Web

Volta às aulas: confira dicas para as crianças retomarem a rotina
Escrito por Katiusca Tavares on Qua, 01 de Fevereiro de 2012 12:42   

AddThis Social Bookmark Button

Fim de férias costuma ser um momento de apreensão para as crianças. Novos professores, outras matérias e, em alguns casos, escola e amigos diferentes. Para que os primeiros dias do ano letivo sejam bem aproveitados é preciso retornar a rotina gradativamente.  De acordo com a psicóloga e terapeuta familiar Miriam Barros, “antecipar o horário de ir para cama e acordar é essencial. O processo deve ter início quatro dias antes do início das aulas. No primeiro dia é comum que a criança relute e demore a pegar no sono, mas ao longo da semana a rotina voltará ao normal”. Veja outras dicas para facilitar a retomada da vida escolar dos pequenos.


1- Material escolar
Mochila, estojo e cadernos novos são itens necessários ao ano letivo, mas também podem fazer parte de um processo estimulante. “Envolver as crianças na compra do material escolar e do uniforme ajuda a aproximá-las do retorno às aulas. Folhear os livros novos junto com os filhos ajuda a aumentar o interesse pelos temas que serão abordados ao longo do ano”, explica Miriam Barros.


2-Primeiro dia de aula
De acordo com a psicóloga Elisabeth Gelli, especialista em educação, é preciso preparar o terreno com antecedência. “O mais importante é manter o vínculo de confiança entre a criança e o ambiente escolar. Lembrar que ela irá rever os professores e os amigos, além de aprender coisas novas”, diz a psicóloga. Ela reforça a ideia de que o primeiro passo para que a criança goste de retomar os estudos é a escolha da escola: “Quando os filhos estão felizes naquele ambiente, não encontrarão problemas em retornar”. Para Miriam Barros, a criança precisa se sentir tranquila no ambiente escolar. “Permitir que a criança leve um brinquedo pode ajudar na readaptação”, sugere a psicóloga.  

 
Número de crianças obesas aumenta no Brasil
Escrito por Katiusca Tavares on Seg, 30 de Janeiro de 2012 15:57   

AddThis Social Bookmark Button

Com que idade as crianças começam a ter problemas com a balança? Uma nova pesquisa mostrou que isso acontece cedo: o número de brasileiros de 5 a 9 anos com obesidade e sobrepeso está aumentando. Os dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram analisados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Para se ter uma ideia: 16,6% das meninas e 11,8% dos meninos nessa faixa etária estão obesos. em relação ao sobrepeso, os atingidos são 34,8% dos garotos e 32% das garotas.

Quando comparado aos índices de 1989, dá para perceber como a situação se agravou. Naquele ano, as crianças obesas representavam 4,1% dos meninos de 5 a 9 anos e 2,4% das meninas. Mas, afinal, por que esse aumento ocorreu? Existem diversas tentativas de explicá-lo. “Nessa idade, as crianças têm livre acesso às guloseimas”, explica Marcelo Reibscheid, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP). “Elas já vão sozinhas à despensa, por exemplo." E também podem comer o que não devem na escola, na casa do amigo, etc. Outro motivo que causa o aumento de casos de obesidade infantil é a falta de disponibilidade dos adultos. “Atualmente, os pais não têm tempo para acompanhar a refeição das crianças, porque trabalham muito”, relata Reibscheid. E isso facilita a ingestão de frituras e comidas prontas, por exemplo.

O endocrinopediatra Eurico Mendonça, do Hospital Infantil Sabará (SP), concorda. "Como são os adultos que controlam a alimentação dos pequenos, principalmente nesta fase em que a obesidade mais cresce em nosso país, não é difícil identificar quem está errando nesta história”, alerta. De acordo com o especialista, além da maior oferta e variedade de guloseimas calóricas, os pais resistem em enxergar os quilos extras nos filhos.

 
É normal meu filho ter um amigo imaginário?
Escrito por Katiusca Tavares on Sex, 20 de Janeiro de 2012 13:40   

AddThis Social Bookmark Button

De repente, você ouve seu filho conversando sozinho. Quando pergunta com quem ele está falando, a resposta é objetiva: “Com o meu amigo, é claro!” Com o passar dos dias, ele pede para você colocar mais um prato na mesa, guarda um lugar no sofá e até briga com o amigo invisível. Se isso está acontecendo com seu filho, nada de entrar em pânico. O amigo imaginário, também conhecido como invisível, é um velho conhecido do universo infantil. A maioria das crianças entre 2 e 7 anos têm um. Eles fazem parte do desenvolvimento e trazem benefícios.

Pesquisas mostram que os pequenos que têm um amigo imaginário desenvolvem um melhor vocabulário e melhores habilidades narrativas. Enquanto conversa com o seu “amigo secreto”, a criança cria histórias e brincadeiras e ainda ganha uma nova "companhia".

Eles são como um ensaio para o convívio real e você deve entrar na brincadeira de seu filho. "Esses seres funcionam como muletas para as crianças entrarem no mundo da realidade. Algumas criam e dão características que gostariam de ter. Outras transferem para o amigo os medos que não conseguem enfrentar", explica a psicopedagoga Maria Irene Maluf, especialista em educação especial. E você pode aproveitar essas “conversas” para conhecer mais seu filho.
Aos poucos, a criança vai perceber que é muito mais legal brincar com os amigos de verdade e a despedida acontece sem traumas. fique alerta caso ela prefira o amigo imaginário aos reais. Nesse caso, é melhor ouvir a opinião do pediatra.

 

 

Fonte: G1 /  Hamilton Robledo, pediatra do hospital e maternidade São Camilo (SP)

 
Laço entre mãe e criança pode afetar obesidade no futuro
Escrito por Katiusca Tavares on Qui, 12 de Janeiro de 2012 07:26   

AddThis Social Bookmark Button

A qualidade da relação da mãe com seu filho pequeno pode afetar o peso da criança na adolescência, descobriu um estudo.
O artigo foi baseado na observação de como mães interagiam com seus filhos quando eles tinham 15, 24 e 36 meses de idade, e no acompanhamento dessas crianças quando elas fizeram 15 anos para medir os níveis de obesidade. O estudo contou com a participação de 977 crianças.

Os pesquisadores se concentraram em dois aspectos do relacionamento: ligação de segurança, ou o quão consciente a criança é de que sua mãe é a base de segurança e uma presença reconfortante em horas de estresse; e sensibilidade maternal, ou a consciência da mãe sobre o estado emocional da criança e sua habilidade de reconfortar e animar. A qualidade dos relacionamentos foi avaliada em uma escala de seis pontos, com pontuações de três ou mais indicando um relacionamento emocional de muito baixa qualidade.

Em geral, quanto o pior relacionamento entre mãe e criança, maiores as chances de que ela seja obesa aos 15 anos. Entre as crianças, 24,7% tinham uma relação adversa com suas mães, pontuando três ou mais. Ter baixa sensitividade maternal, ligação insegura e os dois juntos foram vinculados a maiores chances de ser obeso na adolescência.

Especificamente, a prevalência de obesidade em adolescentes foi de 26,1% entre aqueles com pontuação três ou mais, 15% entre aqueles com pontuação dois, 12,1% entre aqueles com pontuação um e 13% entre os com pontuação zero.

Quando os pesquisadores controlaram por peso no nascimento e gênero, eles descobriram que a probabilidade de se tornar obeso na adolescência era 2,45 vezes maior para aqueles que tiveram as piores relações com suas mães, comparados àqueles com as melhores relações.

Pesquisadores disseram acreditar que bons ou maus laços de relacionamentos cedo podem afetar como a criança reage a estresse, como comendo demais ou tendo péssima qualidade de sono.

“Cuidados atenciosos aumentam a probabilidade de a criança ter um padrão seguro de afeto e desenvolver uma resposta saudável ao estresse”, disse a principal autora Sarah Anderson da Ohio State University em um comunicado à imprensa. “Uma resposta ao estresse bem regulada pode influenciar o quão bem crianças dormem e se elas vão comer em reposta ao estresse emocional—dois fatores que afetam a probabilidade de obesidade.”

Anderson, professora de epidemiologia, não chegou a culpar completamente as mães por terem um efeito sobre o peso dos seus filhos: “É possível”, ela disse, “que a obesidade infantil possa ser influenciada por intervenções que tentam melhorar laços entre mães e crianças ao invés de focada apenas na ingestão de comida pelas crianças e atividade.”

O estudo foi publicado na edição de janeiro de 2012 do jornal Pediatrics.


Fonte: Opinião e Notícias

 
A amamentação estimula o padrão nasal de respiração
Escrito por Katiusca Tavares on Qua, 11 de Janeiro de 2012 08:08   

AddThis Social Bookmark Button

Instiga os músculos que participam da fala e das funções da alimentação

Ao longo da gravidez, o casal costuma se deparar com muitas dúvidas sobre o período da gestação e, especialmente, sobre o nascimento. O ideal, nesse caso, é consultar profissionais especializados para buscar orientação. Mas afinal, qual é o papel dos profissionais de fonoaudiologia nesse processo? Por que eles fazem parte do grupo que orienta casais que aguardam a chegada de um filho?

A fonoaudióloga da Unimed Chapecó, Daniela Baldissera Moroni, responde esses questionamentos, ressaltando que amamentar o bebê, para os fonoaudiólogos, significa prepará-lo para falar e prevenir futuras alterações de respiração, mastigação, deglutição e fala. A amamentação beneficia a criança não somente em relação ao aspecto nutritivo, propiciando o desenvolvimento físico e neuropsicomotor, mas também estimula o padrão nasal de respiração, instiga os músculos que participam da fala e das funções da alimentação (sucção, mastigação e deglutição). Também representa o início da comunicação e afetividade entre mãe e filho. “Para que haja um bom desenvolvimento e equilíbrio da musculatura oral e, consequentemente, bom padrão articulatório, é necessária a estimulação desde o nascimento, através do ato de amamentar”, orienta.

Até os três meses de vida, o bebê é dependente da mãe para o posicionamento durante a alimentação. Inicialmente, os bebês são inclinados para o lado durante a amamentação. Esta posição apresenta benefícios porque permite o alinhamento da cabeça e do corpo; menos escape oral anterior; mandíbula e língua podem mover-se sem muito esforço; os lábios, língua e mandíbula trabalham juntos para formar o vedamento labial eficiente ao seio ou bico da mamadeira durante a mamada. O recém-nascido é capaz de coordenar a sucção com sua respiração durante a alimentação. Os reflexos orais estão presentes para proteção e sobrevivência; a língua parece achatada e arredondada; a mandíbula, língua e lábios movem-se juntos. Os bebês nesta idade levam suas mãos, roupas e objetos à boca sugando-os.

 
«InícioAnterior12345678910PróximoFim»

Pagina 1 de 38

Agenda Mensal

<<  Fevereiro 2012  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sá  Do 
    1  2  3
  6  7  8  9
131415
2122232526
272829    

Próximos Eventos

Cadastre seu Evento

Que tal mais público para seu evento?

Envie um e-mail para
editora@oestao.com.br e solicite a inclusão de seu evento.

CLIQUE AQUI!


RSS

Publique seu evento


Telefone: 49 3328 -
clique aqui.

Centenas de pessoas, diariamente visitam o Oestão!