| Escrito por Katiusca Tavares on Qui, 11 de Março de 2010 08:18 |
 A promessa do governador Luiz Henrique feita na Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), em agosto do ano passado, em lotar a PolÃcia Militar com mais 100 homens e, a PolÃcia Civil, com mais 25, não foi cumprida, o que motivou, nesta semana, um duro expediente da entidade, endereçado ao chefe do executivo estadual. “A problemática da segurança pública no municÃpio de Chapecó continua afligindo a comunidade chapecoense”, manifestou o presidente João Carlos Stakonski, observando que “mais uma vez tomamos a iniciativa de apontar os problemas crônicos em relação aos quais Vossa Excelência anunciou medidas que – infelizmente – ainda não se concretizaram.” O dirigente reiterou as prioridades levantadas nos últimos anos, como a ampliação do efetivo de policiais civis e militares, a melhoria de instalações fÃsicas, e a disponibilização de mais equipamentos, veÃculos e armamento. Em agosto de 2009, o governador, acompanhado de seu staff e dos dirigentes dos organismos de segurança, visitou a Acic e anunciou a ampliação dos quadros da PM e da PC com mais 125 policiais. Esse reforço nunca foi concretizado. A Acic reconhece que o governador “tem sido magnânimo em apoiar e promover investimentos em obras e serviços públicos para Chapecó nas outras áreas da vida pública”, mas reclama que não está havendo justiça, equidade, isenção e juÃzo técnico nas decisões de quem administra a polÃtica de segurança de Santa Catarina. Em documento encaminhado no mês de julho DE 2009, a Acic demonstrava que municÃpios menores e com menos demandas recebiam maior estrutura de policiais, veÃculos e equipamentos. “Cotejo e análise do tratamento que Chapecó – a quarta maior economia catarinense – vem recebendo do Governo do Estado em relação a outros municÃpios de menor porte e/ou com demandas menos graves no setor de segurança pública, permitem uma conclusão desanimadora: Chapecó está à mercê do crime. Vidas são ceifadas e patrimônios destruÃdos pela ação criminosa, enquanto o aparelho de segurança – apesar da dedicada atenção dos policiais civis e militares – padece da insuficiência de recursos humanos. Na avaliação da Acic, não estaria havendo justiça, equidade, isenção e juÃzo técnico nas decisões de quem administra a polÃtica de segurança de Santa Catarina. A diretoria da Acic pedirá audiência com o governador, em Florianópolis, para reivindicar um conjunto das medidas necessárias e inadiáveis para restaurar as condições de segurança para a população chapecoense viver e trabalhar em paz e tranquilidade. Fonte:Xapecó |